Qual o melhor aditivo para carro Flex?

Tenho um carro flex e necessito saber qual é o melhor aditivo para ele. Podem me ajudar nisso, por favor?

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Olha, eu sempre tive carro Flex e já testei alguns aditivos diferentes ao longo dos anos. O que mais funcionou pra mim foi o STP Flex, aquele que é específico pra sistema bicombustível.

Ele ajuda a limpar os bicos injetores e melhora muito a queima do etanol, principalmente quando ele tá um pouco “batizado”.

Eu sentia o carro engasgando nas partidas a frio, e depois que comecei a usar esse aditivo, melhorou bastante.

Não faz milagre, claro, mas dá pra perceber uma diferença no consumo e até na marcha lenta. Uso de tempos em tempos, mais por manutenção preventiva mesmo.

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Eu sempre tive pé atrás com esses aditivos, achava que era jogada de marketing. Mas depois que meu mecânico recomendou o Lubrax Aditivo Flex, resolvi experimentar. De verdade, senti diferença.

O carro passou a responder melhor, principalmente quando eu abastecia com etanol. Parece que o motor fica mais suave, e o consumo caiu um pouco, coisa de 0,5 km/l, mas já é alguma coisa.

O que me convenceu mesmo foi que o carro parou de falhar de manhã nos dias frios, sem eu precisar trocar vela nem nada. Hoje uso a cada 5 mil km e confesso que virei adepto.

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Cara, eu já usei o da Petronas, um tal de Petronas Syntium Cleaner Flex, e foi o que mais deu resultado no meu caso.

Meu carro é um Palio 1.4 2016 e começou a falhar bastante no etanol depois de um tempo. Coloquei o aditivo direto no tanque junto com a gasolina, e depois de uns dois abastecimentos, o carro tava outro.

A marcha lenta ficou mais estável, e as partidas melhoraram muito. O cheiro de combustível também diminuiu. Desde então, uso de 3 em 3 meses. Já testei outros, tipo da STP e da Bardahl, mas esse da Petronas foi o que mais senti resultado real.

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Como saber se o carro precisa de aditivo?

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Eu tenho um Onix 1.0 Flex e faço bastante rodagem na cidade. Sempre que dá, eu coloco o aditivo da Bardahl Flex Clean. Ele é bom porque além de ajudar na limpeza, parece que estabiliza melhor a mistura de etanol com gasolina.

O motor fica mais linear, sabe? Não dá aqueles trancos na troca de marcha. Eu uso desde que comprei o carro, e até hoje não precisei fazer limpeza de bico, o que já economiza uma grana.

É um produto que funciona mais a longo prazo, mas compensa. É barato, fácil de achar e me dá segurança.

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Vou ser sincero: testei vários e o único que realmente me convenceu foi o Octapro Flex. Achei meio caro na época, mas o resultado valeu.

Tava com dificuldade de pegar o carro nas manhãs mais frias aqui no sul, principalmente quando tava com etanol no tanque. O Octapro melhorou muito isso.

Também percebi que o carro ficou mais “esperto”, principalmente em baixa rotação. E o cheiro do escapamento ficou menos forte também. Uso uma vez a cada 3 tanques só, e sempre coloco junto com a gasolina aditivada. Fica top.

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Olha, eu aprendi isso na marra… Tinha um Gol G5 e sempre fiz o básico da manutenção, mas nunca dei bola pro tal do aditivo. Um dia, o carro começou a esquentar demais, tipo o ponteiro da temperatura lá em cima em trajetos curtos.

Levei no mecânico achando que era o radiador ou a ventoinha, mas ele me mostrou que o líquido de arrefecimento tava ralo, sem cor, e praticamente só água. Aí ele explicou que o aditivo serve pra evitar ferrugem no sistema e ajuda na troca de calor.

Desde então, sempre olho a coloração do líquido: se tá muito transparente ou amarronzado, já sei que tá na hora de trocar e botar aditivo de novo. Não espero mais dar problema.

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Eu uso bastante o carro pra estrada, então gosto de prevenir. De tempos em tempos, eu mesmo confiro o reservatório de arrefecimento (aquele que fica perto do motor com a tampinha de pressão).

O que faço é simples: olho se o líquido tá com uma cor forte normalmente é rosa, verde ou azul dependendo do aditivo e vejo se tem algum resíduo, tipo ferrugem ou borra. Se tiver meio sem cor ou sujo, é sinal de que o aditivo já perdeu a eficácia.

Não espero esquentar ou vazar. E também, quando faço a revisão no mecânico, peço pra medir o pH e a concentração.

A maioria das pessoas acha que é só jogar aditivo, mas tem que ser o certo e na proporção certa. Aprendi isso depois de usar qualquer um e acabar entupindo o sistema.

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Confesso que antes eu achava que aditivo era “frescura de oficina”. Só colocava água da torneira mesmo e vida que segue. Até que um dia minha mangueira do radiador estourou no meio do trânsito! Sorte que consegui encostar rápido.

Quando levei pra ver, o mecânico falou que o sistema tava todo enferrujado e o radiador, cheio de crosta. Ele até me mostrou… horrível.

Desde então, toda vez que vejo o nível baixar rápido ou a coloração mudar, já levo pra ver se é só completar ou se tem que fazer a troca total com aditivo novo. Hoje, eu entendo que o aditivo não é só pra “temperatura”, ele protege mesmo o sistema como um todo.

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Aqui em casa a gente sempre teve carro mais antigo, tipo os Monza e Santana da vida, e nesses a gente via claramente quando o aditivo fazia falta. Começava a aparecer ferrugem na tampa, aquele cheiro forte de metal quente, sabe?

Com os carros mais novos, o sinal é mais sutil, mas tá lá. No meu carro atual, um Onix, comecei a notar que ele demorava mais pra esfriar quando desligava. Também percebi umas manchas secas no chão da garagem, tipo marca de vazamento, e fui checar: o reservatório tava quase seco.

A oficina confirmou que, além de estar sem aditivo, a mistura tava errada. Hoje, de tempos em tempos, eu mesmo olho com uma lanterninha e vejo se o líquido tá na cor certa e no nível. Se não tiver, já sei que é hora de agir antes de dar pepino.

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