Estou buscando um cavaquinho que possa ser amplificado para apresentações ao vivo. Qual tipo de cavaquinho é mais adequado para essa finalidade?
Olha, eu já toquei com vários cavaquinhos ao longo da vida, e quando o assunto é apresentação ao vivo, pra mim não tem como fugir dos cavaquinhos eletroacústicos com captador ativo.
Eles me dão muito mais segurança no palco, sabe? O som sai limpo, consistente, e o controle de volume e equalização direto no corpo do instrumento me ajuda demais.
Uso um da Rozini com captação Fishman e nunca me deixou na mão. O som preenche bem, não dá microfonia, e a presença nos graves e médios é ótima.
Se eu fosse dar uma dica, seria: invista num bom captador e não economize tanto nesse ponto. Faz muita diferença na hora do show!
Pra mim, o melhor tipo de cavaquinho pra quem quer se apresentar ao vivo é o que une conforto, qualidade de construção e uma captação que aguente o tranco.
Depois de quebrar a cabeça com captação ruim, decidi investir num Giannini elétrico com pré-amp embutido, e foi a melhor coisa que fiz.
Não preciso mais depender de microfone externo (que nunca capta bem o som do cavaco em ambientes barulhentos).
Além disso, o corpo é super ergonômico, e o braço tem uma pegada que facilita muito quando tô no palco, meio na adrenalina. Recomendo pra todo músico que quer praticidade e som limpo.
Eu já toquei em barzinho, evento grande e até em roda de samba de rua, e posso dizer com tranquilidade: um bom cavaquinho com captação ativa e saída balanceada XLR é um investimento que vale cada centavo.
Tenho um Del Vecchio com captador Artec, e o que mais gosto nele é a fidelidade do som acústico mesmo quando tô plugado.
Muitos cavaquinhos perdem a personalidade quando passam por amplificador, mas esse mantém aquele brilho que eu tanto gosto.
Outra coisa: tem que testar antes de comprar. Às vezes o som ao vivo é completamente diferente do que a gente ouve no estúdio.
Eu sempre fui apaixonado por rodas de choro e samba raiz, e uma das coisas que mais me irritava era não conseguir um som decente no palco.
Até que conheci um cavaquinho artesanal com captação ativa e corpo em marupá. O luthier me explicou que a madeira influencia muito no timbre, e ele estava certo.
Quando plugo esse cavaco, o som sai limpo, potente e com um brilho lindo nos agudos. Além disso, o captador tem controle de médio, que me ajuda muito a evitar aqueles “estalos” chatos em caixas mais sensíveis. Hoje não troco esse modelo por nada, principalmente pra palco.
Depois de muitos testes e frustrações, cheguei à conclusão de que o melhor tipo de cavaquinho para tocar ao vivo é o que oferece captação de qualidade, resistência e conforto pra longas apresentações.
Atualmente uso um Rozini Studio Elétrico, que tem um captador ativo e equalizador de 3 bandas. O que eu mais gosto é que ele não só projeta bem o som, como também tem um corpo levemente menor, o que ajuda a tocar por horas sem cansar.
Outro ponto forte: ele segura muito bem a afinação mesmo em ambientes mais quentes, que é algo que já me atrapalhou muito no passado.
Como escolher um bom cavaquinho pra iniciantes?
Quando eu decidi aprender cavaquinho, fiquei bem perdido no começo. Tinha muita opção barata por aí, e confesso que me deixei levar por um modelo de R$180 que vi numa loja online.
Resultado: cordas super altas, som abafado e afinação que não se mantinha nem por dez minutos. Acabei aprendendo que o ideal é buscar um instrumento que seja confortável pra tocar, especialmente no início.
O braço não pode ser muito grosso, senão cansa a mão rápido. Depois troquei por um modelo intermediário da Giannini e foi outra história.
Não precisa ser o mais caro, mas evite os muito baratos é melhor pegar um usado de qualidade do que um novo que vai mais atrapalhar do que ajudar.
Eu comecei no cavaquinho meio por acaso, numa roda de samba que fui com uns amigos. Me apaixonei pelo som e fui atrás de um pra comprar.
O que me ajudou muito foi conversar com quem já toca: um tio meu me explicou que o ideal é testar o instrumento antes de comprar, sentir como está a ação das cordas, ouvir se o som tá “limpo” e se a afinação segura.
Acabei comprando um Rozini acústico que, apesar de mais carinho, valeu cada centavo. Meu conselho é: experimente, mesmo que você ainda não saiba tocar muito.
Leva alguém com mais experiência, se puder. Um instrumento confortável no início é o que vai te motivar a continuar.
Na minha experiência, o segredo pra escolher um bom cavaquinho de iniciante é equilibrar preço e qualidade.
Não adianta pegar o mais barato achando que vai aprender depois e trocar, porque se o som for ruim ou se for desconfortável, você nem vai querer pegar ele pra estudar.
Comigo foi assim: peguei um modelo de entrada da Del Vecchio, e logo percebi que o som não tinha muito brilho.
Depois de pesquisar mais, descobri que o tipo de madeira influencia bastante tampo maciço, por exemplo, faz diferença.
O segundo que comprei, com tampo em spruce, soava muito melhor e me animava a tocar. Então vale a pena estudar um pouco sobre as especificações também.
Dá uma olhada nesses links, pode gostar!
Uma coisa que me ajudou muito foi pensar no cavaquinho como um companheiro mesmo. Eu queria um som que me agradasse, que tivesse aquele brilho do samba e que não fosse difícil de tocar.
Testei vários modelos, e o que me conquistou foi um cavaquinho elétrico/acústico da Michael. Mesmo sendo iniciante, já pensei em tocar em rodas, então essa opção me serviu bem.
Outra dica: veja se o instrumento vem com encordoamento decente, porque algumas marcas economizam nisso.
Às vezes só de trocar as cordas por uma marca melhor, o som já muda completamente. O ideal é comprar num lugar onde você possa experimentar ou que aceite troca fácil.
Comecei a tocar cavaquinho porque sou apaixonado por chorinho. E uma das coisas que mais me frustrava era não conseguir tirar o som que eu ouvia nos discos.
Depois descobri que meu cavaquinho de R$200 era parte do problema. Então minha dica pra quem tá começando é: priorize um instrumento que esteja bem construído.
Veja se os trastes não estão mal acabados (isso machuca a mão), se a afinação permanece estável e se o braço é confortável.
Às vezes a marca é conhecida, mas o instrumento específico vem com defeito então experimentar é essencial.
Eu acabei encontrando um usado da Marquês em ótimo estado, e foi com ele que realmente comecei a curtir tocar.


