Desde que me entendo por gente, videogame sempre esteve presente na minha vida. E hoje, como adulto — e tio de crianças curiosas e espertas —, percebo o quanto os jogos eletrônicos evoluíram e passaram de mero entretenimento para algo muito maior: uma ferramenta de aprendizado, desenvolvimento cognitivo, criatividade e até socialização.
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[/center]Sempre ouço aquela pergunta:
“Mas videogame faz bem ou mal para as crianças?”
E a minha resposta, baseada tanto em vivência quanto em estudos: depende de como, o que e por quanto tempo se joga.
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[/center]- Quais jogos de tabuleiro são ideais para noites em família?
- Qual a melhor marca de óculos de realidade virtual?
- Alguém já jogou algum jogo de tabuleiro da Asmodee? Quais são as opções mais divertidas para grupos?
- Qual é o melhor jogo de tabuleiro para iniciantes? Codenames ou The Resistance?
- O que acham de Dixit? A arte realmente faz a diferença ou é só um jogo bonito?
- Os jogos da Z-Man Games são realmente tão profundos e interessantes quanto falam?
- Alguém já experimentou os jogos de tabuleiro da Funforge? Quais são os melhores?
- Quem aqui já jogou Ticket to Ride? Ele realmente é tão bom quanto dizem, ou tem opções melhores?
- Qual a opinião de vocês sobre os jogos da Devir? São bons para grupos grandes?
- Os jogos de tabuleiro da Galápagos são realmente tão bons quanto falam?
- Catan ou Carcassonne? Qual desses é mais viciante e fácil de aprender?
- Qual jogo de tabuleiro da Hasbro vocês recomendam para a família toda?
O que vale mais a pena, PS5 ou Xbox?
O impacto dos jogos no desenvolvimento infantil e adolescente
Na minha experiência (e observando sobrinhos e afilhados jogando), vejo como os jogos da Nintendo e PlayStation podem ser incrivelmente positivos se forem bem escolhidos. Eles impactam diferentes áreas do desenvolvimento:
| Áreas Desenvolvidas | Como os jogos ajudam? |
|---|---|
| Coordenação motora | Jogos que exigem controle preciso (como Mario Kart ou Ratchet & Clank) |
| Raciocínio lógico | Puzzles, resolução de problemas (ex: The Legend of Zelda, Portal) |
| Criatividade | Mundos abertos, customizações e criações (como Super Mario Maker e Minecraft) |
| Aprendizado social | Jogos cooperativos e online (como Minecraft, Splatoon e Sackboy: A Big Adventure) |
| Resiliência e foco | Superar fases difíceis, persistir (olá, Donkey Kong!) |
O segredo está em equilibrar tempo de jogo, qualidade dos títulos e conversar com as crianças sobre o que elas estão vivenciando ali.
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[/center]Por que Nintendo e PlayStation se destacam para esse público?
Nintendo: inovação com coração
A Nintendo é, sem dúvida, a queridinha das famílias. Os jogos são coloridos, amigáveis e quase sempre livres de violência gráfica. Além disso, as franquias incentivam o trabalho em equipe, o raciocínio e a persistência. Super Mario, Animal Crossing, Zelda, Pokémon… são nomes que carregam mais do que nostalgia — trazem valores e desafios bem estruturados para todas as idades.
PlayStation: histórias envolventes e experiências únicas
Já a PlayStation, embora seja conhecida por jogos mais adultos, também tem um excelente acervo para os pequenos e os jovens. Jogos como Astro’s Playroom, Sackboy e Ratchet & Clank são fantásticos para desenvolver coordenação, criatividade e cooperação. E ainda há opções educativas que estimulam o pensamento crítico e a empatia.
Meus jogos favoritos (e mais recomendados) para cada faixa etária
Aqui vai uma listinha baseada em experiências com meus sobrinhos e alunos (sim, dou oficinas de tecnologia para adolescentes!):
Crianças de 4 a 7 anos
-
Nintendo Switch
- Super Mario Odyssey — aventura leve e divertida, com puzzles simples.
- Yoshi’s Crafted World — fofo, calmo e ótimo para desenvolver lógica e coordenação.
- Animal Crossing: New Horizons — ajuda com organização, criatividade e até noções básicas de economia!
-
PlayStation
- Astro’s Playroom — gratuito no PS5 e perfeito pra introduzir mecânicas de jogo.
- Tearaway Unfolded — exploração e muita criatividade!
Crianças de 8 a 12 anos
-
Nintendo
- The Legend of Zelda: Breath of the Wild — além de ser lindo, ensina estratégia, lógica e incentiva a curiosidade.
- Super Mario Maker 2 — as crianças constroem suas próprias fases!
- Luigi’s Mansion 3 — raciocínio, coragem e resolução de problemas.
-
PlayStation
- Sackboy: A Big Adventure — plataforma cooperativa, ideal para jogar com irmãos ou amigos.
- Minecraft (versão PS) — educativo e viciante. Já vi crianças aprenderem sobre circuitos elétricos com o Redstone!
Adolescentes de 13 a 17 anos
-
Nintendo
- Pokémon Scarlet/Violet — pensamento estratégico, leitura e até noções básicas de biologia (acredite!).
- Splatoon 3 — multiplayer competitivo com foco em trabalho em equipe.
-
PlayStation
- Ratchet & Clank: Rift Apart — visual deslumbrante, história divertida e ação equilibrada.
- Little Big Planet 3 — ótimo para estimular a criatividade com construção de fases.
- Concrete Genie — lida com temas como bullying e autoestima, e ainda é visualmente incrível.
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E sobre o tempo de jogo? Equilíbrio é tudo!
Aqui em casa, a regra é clara: tempo de tela limitado e conteúdo de qualidade. Não adianta deixar a criança jogando 5 horas seguidas, mesmo que seja um jogo educativo.
Uma dica que sempre dou é:
- Até 6 anos: no máximo 1h por dia, com supervisão.
- De 7 a 12 anos: 1h30 a 2h/dia, dependendo da rotina escolar.
- A partir dos 13: pode chegar até 2h30, desde que não comprometa o sono, estudos e atividades físicas.
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Videogames como aliados, não vilões
Sempre gosto de lembrar: o videogame não é o problema. O problema é o uso descontrolado e sem propósito.
Quando bem escolhidos, os jogos da Nintendo e da PlayStation podem sim ser ferramentas maravilhosas para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo das crianças e adolescentes. Aqui em casa e nas oficinas que ministro, já vi crianças tímidas ganharem confiança, jovens ansiosos aprenderem a respirar fundo pra passar uma fase, e irmãos briguentos se unirem numa campanha cooperativa.
Então, que tal aproveitar o melhor que o mundo dos games tem a oferecer?



