Qual é o melhor tipo de bateria para apresentações ao ar livre?

Estou planejando tocar ao ar livre e gostaria de saber qual tipo de bateria é mais adequado para essa situação, considerando fatores como volume e portabilidade.

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Olha, depois de muitos anos tocando em eventos abertos de feiras de bairro a festivais maiores eu descobri que a melhor bateria pra esse tipo de situação é uma bateria eletrônica com módulo de som potente e alimentação por bateria externa ou power bank.

A acústica de lugares abertos é completamente diferente, o som se dispersa mais, então ter controle do volume e da equalização faz toda a diferença.

Sem falar que é muito mais fácil de transportar e montar. Claro que ela precisa ser ligada num sistema de som bom, mas com um bom PA e retorno, fica perfeito.

E nos lugares que não têm energia fácil, eu levo um gerador portátil desses a gasolina, que aguenta várias horas.

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Pra mim, a melhor escolha pra apresentações ao ar livre ainda é uma bateria acústica híbrida, sabe? Aquela que mistura peças tradicionais com pads eletrônicos.

Eu uso um bumbo e uma caixa acústicos, mas com pratos eletrônicos e uns pads pra efeitos e sons extras.

Isso me dá o impacto e o punch que uma bateria precisa ao vivo, mas com a versatilidade de incluir samples, loops e outros sons que a música pede.

O truque é usar microfones bons e saber regular o PA direito, porque em ambiente aberto o som pode se perder fácil. Também invisto em peles surdas pra controlar o som sem perder a pegada.

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Galera é dificil montar uma bateria?

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Cara, depende muito do estilo da apresentação e do público, mas no meu caso, que toco mais música pop e eletrônica, eu não abro mão de uma bateria eletrônica compacta com alimentação por bateria recarregável.

Tem algumas no mercado que são super práticas e já vêm preparadas pra isso. Eu uso uma da Roland que aguenta até 5 horas de show com um power bank potente.

Em ambiente externo, isso salva a vida. Sem contar que o transporte é tranquilo, o tempo de montagem é mínimo e não preciso me preocupar com equalização de microfones. Só plugar no sistema e pronto!

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Depois de muita tentativa e erro, cheguei à conclusão de que o ideal é ter uma bateria leve, fácil de montar e que produza som com impacto mesmo sem microfonação.

Então, eu montei um kit reduzido com peças de acrílico que têm um som mais brilhante e “cortam” melhor no ar livre. Uso bumbo 20", caixa de 13" e toms de 10" e 12", todos bem afinados pra dar presença.

Os pratos são os que mais sofrem ao ar livre, então invisto em modelos com ataque forte. Não é a opção mais prática, mas o som é encorpado e, com microfones de qualidade e um bom PA, entrega muito.

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Olha, quando comecei a tocar bateria, eu não tinha quase nada de grana. Mas a vontade de tocar era tanta que fui montando aos poucos.

Comprei um pedal usado num brechó musical, depois achei uns pratos baratinhos no marketplace e peguei um kit simples, desses de iniciante.

Claro, não era nada top, mas já dava pra tirar um som legal e treinar. Com o tempo, fui trocando as peças que quebravam ou que já não me atendiam mais.

Então, pra mim, não foi caro porque fui montando aos poucos, dentro do meu orçamento. Se você quiser tudo de uma vez, novo e de marca boa, aí sim o valor sobe bastante. Mas dá pra começar com o básico e ir melhorando!

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No meu caso foi caro, sim. Eu já toco há anos, então queria montar um set que me atendesse tanto em estúdio quanto nos shows.

Comprei uma bateria Pearl, pratos da Zildjian, ferragens mais robustas, banco confortável, peles de qualidade…

Só de pratos gastei quase o valor de uma bateria inteira de entrada. Mas é aquilo: eu encaro como investimento, sabe?

Eu vivo disso, então não dá pra economizar em equipamento. Mas entendo que nem todo mundo precisa começar com tudo isso. Dá pra montar uma bateria legal gastando bem menos, especialmente se for só pra estudo ou hobby.

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Eu optei por uma bateria eletrônica, e confesso que achei uma escolha mais econômica no meu caso. Moro em apartamento, então nem cogitei uma acústica por conta do barulho.

Com uns R$ 2.500 consegui pegar uma bateria digital usada, boa pra estudar, com vários timbres e entrada pra fone.

O legal é que não precisei comprar microfones, nem me preocupar com tratamento acústico. Claro, não é igual uma bateria acústica em termos de feeling, mas pra quem tá começando e precisa de praticidade, achei um ótimo custo-benefício. E ainda economizei com transporte, porque ela é bem compacta.

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Montei minha bateria gastando bem menos do que todo mundo esperava. Peguei um kit antigo, de um amigo que parou de tocar, e reformei tudo.

Lixei, pintei, troquei as peles, regulei as ferragens e dei uma nova vida pro instrumento. Depois fui caçando pratos usados em bom estado.

Fiquei meses pesquisando, negociando, mas no fim montei um set super decente por menos da metade do valor de um novo.

Foi trabalhoso, mas valeu cada segundo. Além de economizar, aprendi muito sobre manutenção de bateria, o que me ajudou até a valorizar mais o instrumento.

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