Minha guitarra está um pouco desconfortável de tocar e sinto que as cordas estão muito altas. Como posso regular a ação, entonação e tensor para melhorar a tocabilidade?
Quando comecei a regular minha guitarra elétrica, confesso que achei o processo um pouco intimidador. Mas, depois de algumas tentativas, tudo ficou bem mais claro.
O primeiro passo que sempre dou é verificar a altura das cordas. Eu uso a régua para medir a distância da 12ª casa até a corda. O ideal para mim é que as cordas fiquem nem muito altas, nem muito baixas.
Depois, dou uma olhada no trasteamento, que é a curvatura do braço. Às vezes, ele fica muito reto ou muito curvado, e isso pode afetar a tocabilidade. Para ajustar isso, uso a chave allen que vem com a guitarra.
Se a guitarra estiver desafinada demais ou se o som estiver “trastejando” em algumas notas, esse é um bom sinal de que o braço precisa de ajuste. A cada vez que faço esses ajustes, a minha guitarra parece ainda mais confortável para tocar!
Eu sou um grande fã de uma guitarra bem regulada, então faço isso com calma e atenção. A primeira coisa que sempre verifico é a afinação. Antes de qualquer coisa, se a guitarra não estiver afinada, não adianta nada tentar regular a altura das cordas.
Com ela afinada, pego a chave allen e começo o ajuste do braço. Eu coloco a guitarra em uma posição confortável e ajusto o tensor, girando a chave no sentido horário ou anti-horário. O truque é deixar o braço com uma leve curvatura, o que facilita a ação das cordas e evita trastejos.
Após isso, ajusto a altura das cordas. Cada guitarra tem a sua característica, então é bom sempre ouvir a sua para ver se o som está saindo legal.
Por fim, é sempre bom dar uma revisada nas tarraxas, ver se estão firmes e se não há folgas. Quando tudo está regulado, a sensação de tocar é incrível!
Para mim, regular minha guitarra elétrica se tornou algo quase ritualístico. Começo conferindo a ação das cordas. Se as cordas estiverem muito altas, pode ser difícil pressioná-las, e se estiverem muito baixas, o som pode perder sustento. Então, ajusto a altura delas nas ponteiras, sempre tendo em mente o estilo de música que toco. Se for algo mais pesado, prefiro as cordas um pouco mais altas para evitar que trastejem. A segunda parte do processo, para mim, é o ajuste do braço. A chave allen que vem com a guitarra é ótima para esse ajuste. Eu nunca faço mudanças drásticas, apenas um pequeno giro aqui e ali para corrigir a curvatura. Outro ponto importante é a regulagem do intonamento. Quando tudo está afinado, me certifico de que a guitarra esteja afinada também na 12ª casa, para garantir que as notas soem corretamente em todas as regiões do braço. No final, sempre faço uma checagem geral e toco um pouco para ver se o som está saindo do jeito que quero.
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A primeira vez que regulei minha guitarra elétrica, foi uma verdadeira experiência de aprendizado. Eu comecei ajustando a altura das cordas na ponte, porque, se elas ficarem muito altas, pode ser difícil de tocar, e se estiverem muito baixas, o som vai ficar abafado ou com trastejos.
Então, peguei a chave allen para ajustar o tensor do braço, mas tive que ter cuidado, porque um ajuste exagerado pode causar dano ao braço.
Eu prefiro um braço com uma leve curvatura para evitar que as cordas batam nos trastes ao tocar. Após fazer esses ajustes, sempre faço uma checagem no entonamento. O ideal é que as notas na 12ª casa estejam afinadas com o que a corda solta toca.
Eu também ajusto as tarraxas para garantir que a guitarra mantenha a afinação ao longo da sessão. No final, é só afinar tudo mais uma vez e conferir se o som está saindo do jeito que eu quero.
Quais guitarra marcas de qualidade vocês recomendam?
Minha experiência com as guitarras Schecter foi incrível. Eu sou muito fã de guitarras de ponta, e a Schecter tem se mostrado uma excelente marca.
O que mais me impressiona é a qualidade de construção e os pickups poderosos, que entregam um som bem definido, ideal para metal e rock pesado.
Comprei uma Schecter C-1 e posso dizer que é uma guitarra que vale cada centavo, tanto pelo conforto quanto pelo timbre.
Já toquei em algumas guitarras Yamaha e posso afirmar que elas são super confiáveis e acessíveis, sem abrir mão da qualidade. Se você está começando ou quer uma guitarra para estudar, a Yamaha é uma ótima escolha.
A série Pacifica, por exemplo, tem um ótimo custo-benefício. O som é equilibrado e a pegada é bem confortável, tornando-a uma boa opção para quem busca praticidade no dia a dia.
Eu sempre curti as guitarras Gretsch, especialmente pelo som único que elas têm. Tive uma Gretsch G2622 e, além de ser linda, ela tem aquele timbre distinto de blues e rockabilly que é difícil de achar em outras marcas.
Ela tem uma construção robusta, e o som clean é simplesmente maravilhoso. Para quem ama sons mais vintage e um estilo próprio, a Gretsch é imbatível.



