Guitarra elétrica usada vale a pena?

Estou pensando em comprar uma guitarra elétrica usada, pois os preços das novas estão altos. O que devo verificar antes de fechar negócio? Alguma marca/modelo que vale mais a pena no mercado de usados?

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Quando comprei minha primeira guitarra usada, fiquei muito atento ao estado geral dela. Primeiro, eu analisei o braço da guitarra: é importante verificar se ele está alinhado e sem empenos.

Outra coisa que fiz foi observar os trastes, porque se estiverem muito desgastados, isso pode significar que você terá que gastar mais com manutenção.

Também olhei os captadores, mexendo nos botões de volume e tom para ver se não havia ruídos ou mau contato. Sobre marcas, no mercado de usados, as Fender Mexicanas e algumas Epiphones costumam ter um bom custo-benefício, especialmente os modelos Les Paul da Epiphone.

Se puder, teste a guitarra antes de comprar, de preferência com um amplificador semelhante ao que você usará, recomendo bastante uma guitarra marcas Fender, valem o investimento!

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Eu já comprei duas guitarras usadas, e a dica que sempre dou é prestar atenção nos detalhes pequenos.

O estado da pintura não é o mais importante, mas rachaduras próximas ao braço ou na região do corpo podem indicar problemas mais graves. Outra coisa: veja se as tarraxas estão funcionando bem e se seguram a afinação.

Quanto às marcas, acho que as Yamaha Pacífica são ótimas opções usadas, principalmente para quem está começando.

Elas têm uma boa construção e são bem versáteis. Além disso, sempre leve um amigo ou alguém que entenda de guitarras para te ajudar na inspeção, porque quatro olhos enxergam mais que dois!

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Cara, eu passei por isso recentemente. As guitarras novas estão realmente caras! Quando fui atrás de uma usada, eu comecei conferindo o histórico da guitarra: perguntei ao vendedor há quanto tempo ele tinha o instrumento e qual era a frequência de uso.

Descobrir se ela foi bem cuidada faz muita diferença. Também inspecionei o jack (onde você conecta o cabo) e os potenciômetros, porque se estiverem com chiados, você pode precisar trocar as peças.

Sobre marcas, acho que as Squier Classic Vibe valem muito a pena. Elas são bem construídas e frequentemente aparecem no mercado de usados em bom estado.

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Olha, comprei uma guitarra usada há um ano, e vou te dizer o que me ajudou: primeiro, pesquisei muito sobre o modelo que eu queria antes de ir ver pessoalmente. Sabendo as especificações originais, fica mais fácil perceber se houve troca de peças ou modificações que podem impactar o som.

Outra dica é checar o estado do hardware (ponte, knobs, parafusos) para ver se não está enferrujado ou desgastado.

No mercado de usados, eu sempre recomendo os modelos Ibanez, especialmente da série RG. Elas são muito boas, e você pode encontrar opções com ótima tocabilidade.

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Gente como eu sei que comprei um pedal bom?

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Eu sei bem como é isso! Minha última guitarra foi usada e foi uma baita experiência. Primeiro, testei o instrumento com calma: toquei todas as casas do braço para verificar se não tinha trastejamento (aquele som metálico que indica problemas no ajuste).

Além disso, analisei o tipo de madeira do corpo e pesquisei sobre como ela influencia no som. Sobre modelos, as PRS SE usadas são muito boas, principalmente se você curte algo mais versátil.

Ah, e não esqueça de perguntar se o vendedor tem a nota fiscal ou o case original, porque isso valoriza a guitarra e prova que ela não foi roubada.

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Cara, escolher um pedal não é só sobre som, é sobre conexão. Quando comecei, eu queria um pedal que desse aquele timbre pesado, sabe?

Comprei qualquer distorção barata e me arrependi, porque o som era extremamente embolado. Depois, um amigo me recomendou testar o Pro Co Rat, e foi aí que a mágica aconteceu. O som é definido, com um punch absurdo, perfeito pro que eu precisava.

Minha dica? Leve seu amplificador e sua guitarra/baixo pra testar. Parece exagero, mas muitos pedais soam completamente diferentes dependendo do equipamento que você usa.

Outra coisa que me ajudou foi entender a ordem dos pedais no meu pedalboard. Uma configuração errada pode “matar” o som de um pedal que, em teoria, é incrível.

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Confesso que, no começo, eu me sentia perdido com tantos tipos de pedais no mercado: fuzz, distorção, delay, modulação… Então decidi simplificar. Meu foco foi comprar um pedal que resolvesse meu maior problema no momento: a falta de ambiência. Acabei escolhendo o Boss RV-6, que combina reverb e delay de forma impecável. Outra coisa que considero essencial é a durabilidade. Já tive um pedal que quebrou no meio de um show por causa de um switch mal feito desde então, só compro pedais de marcas que têm histórico de confiabilidade. E, se você toca ao vivo, escolha pedais com LEDs bem visíveis. Parece detalhe, mas, em um palco escuro, isso faz toda a diferença.

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Olha, uma coisa que aprendi na marra é que o melhor pedal pra você nem sempre é o mais caro ou o mais famoso.

Eu toquei por anos com um pedal de overdrive genérico até perceber que ele estava “matando” o som natural da minha guitarra.

Foi aí que investi em um Ibanez Tube Screamer TS9. A diferença foi absurda: o som ficou mais quente e dinâmico, sem esconder o timbre original do meu instrumento.

Outra coisa que faço antes de comprar é assistir a vídeos de testes feitos por músicos que tocam no mesmo estilo que eu. Mas atenção: vídeo não substitui o teste ao vivo! Sempre leve em conta como o pedal responde no seu próprio set.

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Dá uma olhada nesses links, acho que pode te interessar!

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