Estou em dúvida entre essas duas marcas e queria saber qual tem pigmentação mais intensa e se aquarelam bem com água.
Eu já usei os dois e, sinceramente, depende muito do tipo de trabalho que você quer fazer. Os Koh-i-Noor são mais acessíveis e entregam uma aquarela bem pigmentada, principalmente quando você usa o pincel com bastante água.
Já os Derwent têm uma pegada mais profissional. A textura é mais cremosa, desliza melhor no papel e dá um acabamento mais suave.
Para estudos e rascunhos rápidos, costumo ir de Koh-i-Noor. Mas quando quero fazer algo mais elaborado, fico com Derwent sem pensar duas vezes.
Eu sou do time Derwent. Acho que tem mais profundidade nas cores e o pigmento se solta de forma mais controlada com a água.
Uso principalmente os da linha Inktense, que embora não sejam 100% aquareláveis no sentido tradicional, dão um acabamento vibrante que eu curto demais.
Já testei os Koh-i-Noor também, mas achei um pouco duros na aplicação. No final, vai do seu estilo: se você gosta de fazer camadas mais precisas, talvez o Derwent seja mais interessante.
Usei os dois em épocas diferentes e confesso que me surpreendi positivamente com os Koh-i-Noor.
Eles são mais baratos, sim, mas têm cores lindas e soltam o pigmento bem com água. Claro que não têm a mesma variedade ou acabamento dos Derwent, mas, pelo custo-benefício, eu recomendaria sim pra quem está começando.
Eu tenho uma caixa com 36 cores da Koh-i-Noor e uso muito pra esboços e coloridos mais leves. Acho ótimo pra praticar.
Eu comecei com Koh-i-Noor e depois migrei pra Derwent, e digo com tranquilidade: a diferença de qualidade é perceptível.
A durabilidade da ponta, o controle da intensidade da cor e até a resistência à luz são melhores no Derwent. Isso faz diferença quando você quer fazer quadros que durem ou que vão pra exposição.
Mas também não acho que Koh-i-Noor seja ruim, só que pra uso profissional, eu não voltaria. Só uso hoje em sketchbooks ou estudos rápidos.
Como saber se o lápis de cor é qualidade?
Uso Koh-i-Noor há bastante tempo e, pra mim, eles funcionam super bem. Gosto da textura do lápis e acho que eles reagem bem com água, especialmente se você trabalhar em papel 100% algodão.
Eu testei Derwent de uma amiga e achei incrível também, mas meu orçamento ainda não permite manter um set grande.
Se você tá em dúvida e quer algo mais em conta pra começar, vai de Koh-i-Noor. Mas se puder investir, Derwent vale a pena a longo prazo.
Tenho caixas das duas marcas e uso conforme a proposta do trabalho. O Koh-i-Noor tem uma paleta linda, com cores bem vivas, mas sinto que elas perdem um pouco de força depois que secam na aquarela.
Já os Derwent (uso o Watercolour e o Inktense) mantêm a intensidade e têm uma solubilidade muito mais consistente.
Outra coisa: os Derwent funcionam melhor em camadas, o que é ótimo pra quem curte misturar bastante cor.
Em resumo: pra peças rápidas ou sketch, prefiro Koh-i-Noor. Pra ilustrações finalizadas, Derwent sempre.
Olha, pra mim a qualidade do lápis de cor aparece logo nos primeiros traços. Eu sempre observo se ele desliza bem no papel e se a cor aparece de forma vibrante sem precisar fazer força.
Já comprei umas marcas mais baratas que pareciam giz seco de tão opaco que ficava. Outra coisa que levo muito em conta é a maciez da mina se ela é muito dura, acho difícil até fazer camadas ou mistura.
Gosto muito dos que têm pigmentação intensa, mesmo quando passo levemente no papel. Também costumo testar a resistência: se quebrar toda vez que apontar, já sei que não serve pro que preciso.
Uma dica: quando você consegue fazer um degradê suave e sem esforço, é sinal de que o lápis é de boa qualidade.
O que eu faço sempre que compro um novo estojo é testar algumas cores em papéis diferentes, especialmente os mais lisos e os mais porosos.
Lápis bom vai dar conta dos dois. Uma coisa que me irrita é quando a ponta quebra dentro da madeira, sabe?
Você aponta e o grafite simplesmente solta isso acontece com lápis que não têm uma boa colagem interna. Além disso, costumo observar a uniformidade da madeira: se ela for cheia de lascas ou difícil de apontar, já é um sinal ruim.
E uma coisa mais técnica que percebi com o tempo: bons lápis geralmente têm as cores mais fiéis ao que aparece no corpo do lápis. Parece bobo, mas já vi muita cor que engana só pelo acabamento externo.
Pra mim, o teste definitivo de um lápis de cor é ver se ele aceita sobreposição sem engasgar. Eu adoro fazer camadas começo com uma cor clara, venho sombreando por cima com tons mais escuros, e se o lápis trava ou borra tudo, não tem como.
Um lápis de qualidade geralmente tem um núcleo mais macio e pigmentado, que te permite fazer essas misturas com mais liberdade.
Também reparo se ele tem cobertura uniforme: se ficar com falhas ou precisar passar muitas vezes no mesmo lugar pra preencher, aí já não serve.
E quando você vai fazer detalhes pequenos? Se o lápis não mantém a ponta sem quebrar a cada dois minutos, é um pesadelo. Então, sim, pra mim qualidade está ligada à pigmentação, maciez e resistência.
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Eu aprendi a diferenciar os lápis de boa qualidade observando a saturação e a solubilidade, porque trabalho muito com técnicas mistas.
Se você passa uma cor e ela parece lavada, meio transparente demais, já sei que não é top. Mas o que me convenceu de vez foi quando comecei a testar com solventes ou água nos lápis aquareláveis, os melhores literalmente se dissolvem e viram tinta, enquanto os mais fracos mancham ou perdem totalmente a intensidade.
Outro ponto que conta demais: a consistência entre cores. Tem marca que um lápis é super pigmentado e o outro, do mesmo estojo, parece que veio de outra fábrica.
Pra mim, isso quebra a confiança na marca. Os bons têm padrão, são confiáveis e funcionam com qualquer técnica que você aplicar.
Uma coisa que sempre reparo quando estou testando lápis novos é a intensidade da cor com pouco esforço.
Sabe quando você só encosta e a cor já aparece bem? Isso, pra mim, é um ótimo sinal. E não é só a cor forte é também a suavidade da aplicação. Se o lápis arranha o papel ou exige força, não vale a pena.
Outra coisa: eu gosto de observar como ele se comporta com o tempo. Já tive estojo que, depois de alguns meses, parecia que os lápis estavam “secos”, como se a mina tivesse mudado. Os de boa qualidade continuam macios mesmo depois de muito uso.
E uma última coisa: os bons lápis geralmente têm melhor aderência no papel, então você consegue fazer detalhes finos ou preenchimentos amplos com facilidade. Quando encontro um assim, já sei que é pra guardar com carinho.







