Quero saber qual o melhor óleo para diabéticos?
Eu sou diabética há mais de dez anos e uma das coisas que mais prestei atenção com o tempo foi no tipo de óleo que uso nas refeições.
No começo, eu usava qualquer óleo vegetal comum, tipo óleo de soja, mas percebia que me sentia pesada e meu controle glicêmico não era o ideal.
Depois que comecei a usar óleo de coco extravirgem, notei uma diferença boa, principalmente na digestão e na saciedade.
Ele não eleva o índice glicêmico e ainda ajuda a dar energia. Claro que uso com moderação, porque é calórico, mas no geral me senti bem melhor substituindo os óleos tradicionais por ele.
Depois que fui diagnosticado com diabetes tipo 2, precisei rever minha alimentação toda. Uma das trocas que mais fizeram diferença pra mim foi adotar o azeite de oliva extravirgem como meu principal óleo de cozinha.
Eu uso ele principalmente em saladas e pra finalizar pratos, porque quando aquecido perde algumas propriedades.
Mas o que mais gostei foi perceber como ele ajuda no controle da inflamação do corpo, e tem estudos que mostram que é bom pra saúde cardiovascular, o que é superimportante pra quem é diabético. Então, pra mim, azeite virou item indispensável na dieta.
Eu tenho pré-diabetes e cuido da alimentação o tempo todo pra não evoluir pra diabetes tipo 2. Uma nutricionista me recomendou testar o óleo de abacate, que eu confesso que nunca tinha nem ouvido falar antes.
Comecei a usar ele nas vitaminas e às vezes até em receitas frias. Ele tem um sabor suave e é cheio de gorduras boas, principalmente ômega 9, que é ótimo pra regular o colesterol.
Eu me senti mais leve e menos “inchada” depois de umas semanas usando. Hoje, é meu favorito e recomendo pra quem tá tentando cuidar da saúde de forma mais natural.
Pra ser honesta, no começo achei meio exagero essa coisa de trocar óleo por causa do diabetes. Mas minha médica insistiu tanto que resolvi testar. Comecei usando o óleo de linhaça, principalmente por causa do ômega 3.
O sabor é bem marcante, então coloco só um pouquinho no iogurte ou em saladas. E não é só pela glicemia, viu? Senti que meu intestino melhorou muito e minha pele também.
Eu ainda tenho meus dias de escapada, mas no geral, aprendi que pequenas mudanças, como trocar o óleo, fazem uma baita diferença no controle do diabetes.
Sou diabética e tenho colesterol alto também, então preciso cuidar em dobro do que coloco no prato.
Eu já usei vários tipos de óleo, mas o que mais gostei até agora foi o óleo de gergelim torrado.
Uso mais em receitas asiáticas ou pra dar um toque final em pratos mais neutros. Ele tem um sabor intenso e, por isso, uso bem pouquinho.
Mas o que me convenceu foi saber que ele é cheio de antioxidantes e ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue. Sem contar que é delicioso. A dica é usar com equilíbrio, como tudo na vida.
Galera óleo faz mal?
Minha mãe é diabética e mora comigo, então comecei a prestar atenção nos ingredientes que usamos em casa. Pesquisando bastante e conversando com a endocrinologista dela, decidimos usar mais o óleo de canola.
Ele é mais neutro, serve bem pra cozinhar, e tem menos gordura saturada do que outros óleos. Também tem uma boa quantidade de ômega 3, que ajuda no controle da insulina e da glicemia.
Aqui em casa, a gente já se acostumou com ele, e mesmo quem não é diabético acabou preferindo por ser mais leve, e uma das melhores marcas de óleo de cozinha de canola é a Liza!
Olha, eu já estudei bastante sobre alimentação e inclusive mudei minha dieta nos últimos anos, então falo com certa segurança: depende do óleo. Nem todo óleo é vilão.
Por exemplo, azeite de oliva extravirgem é maravilhoso quando usado com moderação e sem aquecer demais.
Agora, óleo de soja, canola ou milho, esses refinados e que passam por um processo químico pesado… esses sim, são problemáticos.
O problema maior é quando as pessoas usam o mesmo óleo pra fritar várias vezes ou exageram nas frituras do dia a dia. Aí, sim, o corpo sente. Não é o óleo em si, mas como a gente usa.
Desde que comecei a usar mais azeite, óleo de coco e abacate, minha digestão melhorou e meu colesterol regularizou.
Pra mim, óleo é uma daquelas coisas que a gente cresceu vendo na cozinha, mas que depois que você começa a ler os rótulos e entender como ele é feito, dá vontade de jogar tudo fora.
Eu parei de usar óleo vegetal refinado aqui em casa já tem uns 3 anos. Substituí por azeite e manteiga ghee, e pra fritura raramente uso óleo de coco.
E olha, eu me sinto muito melhor! Não tenho mais aquele inchaço constante, e minha pele até melhorou.
Acho que o óleo faz mal sim, especialmente os mais comuns que vendem no mercado. Mas também não precisa viver neurótica. O segredo, como tudo na vida, é equilíbrio e informação.
Rapaz… eu sou do time que ama uma fritura, não vou mentir. Coxinha, pastel, batatinha frita… tudo tem gosto melhor com óleo.
Mas depois dos 40, o corpo já não aceita do mesmo jeito. Eu percebi que o óleo me deixava pesado, cansado e com refluxo.
Aí comecei a pesquisar, e descobri que o óleo, principalmente quando é reutilizado, solta umas toxinas sinistras. Hoje eu uso mais airfryer, e deixo o óleo pras ocasiões especiais.
Não acho que o óleo seja o maior vilão da alimentação, mas quando a gente exagera ou usa o tipo errado, ele vira um problema. Então… faz mal? Faz, se for mal usado. Mas um pastel de vez em quando ninguém tira de mim.
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Eu sou vegana há quase 6 anos e, no início, eu usava muito óleo vegetal achando que era “mais saudável”.
Depois vi que mesmo os óleos vegetais podem ser bem inflamatórios, principalmente quando aquecidos. Hoje minha alimentação é praticamente “whole food plant based”, ou seja, evito óleo ao máximo.
Cozinho com água, uso muita coisa crua, e se for usar alguma gordura, opto por alimentos integrais como abacate, sementes e castanhas.
Desde que tirei o óleo da minha alimentação, minha energia aumentou demais, perdi gordura localizada e até meu sono melhorou. Então, pra mim, óleo faz mal sim, e não sinto falta nenhuma!
Sou da área de biomedicina e gosto de analisar tudo com base em evidências. A pergunta “óleo faz mal?” é ampla, porque tudo depende do tipo de óleo, da quantidade e do modo de preparo.
Óleos vegetais refinados (como o de soja e milho) contêm altos níveis de ômega-6, que em excesso causam inflamação.
Além disso, quando esses óleos são aquecidos a altas temperaturas, liberam compostos tóxicos como aldeídos. Isso sim é prejudicial à saúde, podendo aumentar riscos de doenças cardíacas e até câncer.
Já óleos prensados a frio, como o azeite extravirgem, usados de forma moderada e sem aquecer muito, têm efeito protetor. Então, não é que todo óleo seja ruim… é que a maioria é mal utilizada. A chave está na escolha e no uso correto.


