Sempre quis testar, mas o preço me deixa na dúvida… Será que compensa ou tem marcas nacionais com qualidade parecida?
Gente, vou ser sincera: eu sempre fui apaixonada pelos sketchbooks da Moleskine. A primeira vez que comprei, me senti quase uma artista profissional.
O acabamento é impecável, a capa é resistente e elegante, e o elástico pra fechar é super prático. Mas o que mais me ganhou foi a textura das folhas.
Elas têm uma pegada diferente, mais macia, sabe? Eu uso canetas fineliners e aquarela leve, e seguram super bem, sem vazar.
Só não recomendo pra quem usa muita tinta ou marcadores à base de álcool, porque aí pode transpassar sim. Fora isso, acho um investimento que vale a pena pelo conjunto da obra.
Eu gosto, mas não acho tudo isso que a galera fala não. O sketchbook da Moleskine tem aquele charme europeu e tal, mas pra quem desenha todo dia, o custo pesa.
Já usei dois modelos diferentes, e ambos tinham folhas boas pra grafite, esboço com caneta esferográfica, e até lápis de cor.
Mas quando comecei a usar marcadores Copic, começou a manchar. Além disso, eu esperava que a encadernação fosse mais resistente com o tempo meu segundo Moleskine começou a descolar depois de uns três meses de uso intenso.
Ainda curto usar de vez em quando, mas hoje em dia compro marcas nacionais com papel semelhante por metade do preço.
Ahhh, Moleskine é puro amor pra mim! Sempre fui muito visual, então o visual deles me encanta aquela capa dura minimalista, o papel clarinho, a fitinha de marcação… tudo parece feito com carinho.
Uso os meus mais pra registrar ideias, fazer sketches de cenas que quero pintar depois com calma, então não chego a forçar com tinta ou água.
Pra esse uso mais conceitual, ele é PERFEITO. Me ajuda até a manter o hábito de desenhar, de tão gostoso que é folhear.
Tenho um pequeno de bolso que levo pra todo canto. Eu recomendo demais pra quem curte desenhar em qualquer lugar!
Então… eu já tive um Moleskine e, sinceramente, foi uma relação de amor e frustração. Por um lado, o acabamento é de outro nível mesmo.
Ele passa essa ideia de um caderno “premium”, e dá gosto de abrir e usar. Por outro, eu achei que o papel não segurou bem nanquim nem aquarela.
Manchava ou enrugava fácil. Não sei se eu peguei a versão errada, porque dizem que tem o “art plus” que é próprio pra técnicas úmidas.
Se for só pra lápis e caneta, aí ele vai bem. Mas pra quem curte experimentar técnicas mistas como eu, talvez não seja a melhor escolha.
Queria saber se como escolher um bom sketchbooks?
Eu sou super fã de papelaria e já testei vários sketchbooks, inclusive os da Moleskine. O que eu mais gosto neles é que são muito consistentes parece que cada folha é igual à outra em qualidade.
Eu trabalho bastante com lápis, carvão e caneta esferográfica, e o papel responde super bem. Ele tem uma textura suave que não interfere nos traços, e isso me agrada muito.
Só acho que eles podiam melhorar no preço, né? Porque, convenhamos, existem opções mais acessíveis e que entregam qualidade parecida. Ainda assim, continuo comprando de vez em quando, principalmente pra projetos especiais.
Olha, pra mim sketchbook bom é aquele que aguenta o tranco do meu estilo de desenho. Eu uso muito aquarela, então o primeiro critério que analiso é o grampeamento das folhas (se solta fácil), o tipo de papel (prefiro os com 200g/m² ou mais) e se ele suporta água sem enrugar demais.
Uma vez comprei um lindo, com capa dura, elástico, tudo… mas o papel era tão fino que virou um desastre com as tintas.
Outra coisa que gosto é que ele seja costurado, não colado, porque aí ele dura mais. E papel com textura leve, nem liso demais nem muito rugoso. Só acertei depois de errar bastante!
Eu já fui daqueles que comprava o mais baratinho e quebrava a cara. Hoje aprendi que tem que avaliar pra que você quer usar.
Se é só pra rascunho, qualquer um mais simples resolve. Mas se for pra desenhar de forma mais elaborada, fazer ilustração final, mostrar pra alguém… aí muda de figura.
Levo em conta o formato (gosto de A5 ou quadrado), o tipo de encadernação (espiral é prático mas me irrita na hora de escanear), e principalmente o papel.
Tem sketchbook com papel ácido que amarela com o tempo. Hoje eu dou preferência pra papel sem ácido, 100% algodão se o orçamento permitir.
Dá uma olhada nesses links, podem te interessar!
Eu adoro experimentar marcas diferentes, então já testei de tudo um pouco. O que me ajuda a escolher é pensar no que me incomodou no anterior.
Um, por exemplo, tinha folhas boas mas o papel absorvia demais a tinta da caneta nanquim, aí borrava tudo.
Outro era lindo por fora, mas a encadernação era frágil e descolou em um mês. Agora sempre observo se a espessura do papel bate com as minhas técnicas (uso muita caneta e marcador).
E eu gosto que tenha um bolsinho interno, parece besteira, mas ajuda muito pra guardar referências ou rascunhos soltos.
Pra mim, sketchbook tem que ser leve e caber na mochila fácil. Uso ele no dia a dia, na rua, em viagem… então mobilidade é essencial.
Nem me importa tanto se o papel é dos melhores do mundo, mas ele tem que ter uma capa resistente e não abrir todo na bolsa. Papel?
Eu fico de olho se suporta lápis, grafite e marcador sem vazar. Já tive uns que manchavam o desenho da página seguinte.
E gosto que ele tenha bastante páginas, mesmo que o papel não seja o mais grosso. Também curto quando ele abre bem reto, sabe? Pra desenhar em dupla página sem sofrimento.







