Queria saber qual violão é melhor, Tagima ou Giannini?
Olha, na minha experiência, o Tagima se destaca pelo ótimo custo-benefício. Eu comprei um Tagima no início do ano passado, e ele nunca me deixou na mão.
O som é bem equilibrado, especialmente nos médios, e o acabamento é impecável. Além disso, o braço dele é super confortável, o que ajuda muito para quem está começando ou mesmo para tocar por horas sem sentir desconforto.
Claro, o modelo influencia bastante, mas pelo preço que paguei, acho difícil encontrar algo que entregue tanto quanto um Tagima.
Eu sou suspeito pra falar, porque tenho um carinho enorme pela Giannini. Meu primeiro violão, que herdei do meu pai, é dessa marca, e até hoje ele funciona perfeitamente.
O que eu mais gosto nos violões Giannini é o timbre, que tem um som mais cheio, principalmente nos graves.
Pra quem curte MPB ou sertanejo, acho que os modelos da Giannini têm uma “alma” especial. Eles são robustos e têm uma história que atravessa gerações. Pra mim, é como se estivesse carregando um pedaço da música brasileira.
Eu tive a oportunidade de tocar tanto em um Tagima quanto em um Giannini, e acho que depende muito do estilo musical. Se você curte algo mais moderno ou está buscando um violão elétrico-acústico para palco, os Tagima são incríveis. A captação é muito boa, e os modelos mais recentes trazem tecnologia de ponta. Eu comprei um Tagima Dallas há dois anos, e ele se adapta a qualquer estilo que toco, desde rock acústico até pop.
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Minha escolha sempre vai ser a Giannini, principalmente pelos modelos clássicos. Eles têm um som mais encorpado e uma pegada tradicional que combina muito com quem toca música clássica ou chorinho, por exemplo.
Usei um Giannini na minha apresentação de formatura de conservatório, e o timbre foi perfeito, exatamente o que eu esperava.
Além disso, a durabilidade é outro ponto forte. Tenho um Giannini desde 2008, e ele está praticamente novo, mesmo com uso constante.
Quando eu comecei a aprender a tocar, comprei um Tagima Woodstock. Ele é perfeito para quem está iniciando, porque o braço é confortável e a regulagem facilita bastante a execução das notas.
Além disso, achei o acabamento bem acima da média para a faixa de preço. Hoje, já toco com mais experiência, mas confesso que continuo usando meu Tagima.
Ele é ótimo tanto para estudo quanto para apresentações menores.
Gente como eu sei que o violão é bom?
A história da Giannini é um diferencial que pesa muito na minha escolha. Comprei meu primeiro violão em 2010, um Giannini Sevilha, e até hoje ele tem uma qualidade sonora que me impressiona. O que eu mais gosto é que o som parece “amadurecer” com o tempo, ficando ainda mais bonito. Para mim, o Giannini é sinônimo de tradição, e você sabe que está comprando algo feito com cuidado e experiência.
Uma coisa que nem todo mundo percebe é o quanto o tipo de corda influencia a qualidade do som do violão. Por isso, quando vou escolher um, sempre pergunto qual tipo de corda ele usa e se é possível trocar para o que eu prefiro. Violões de nylon, por exemplo, têm um som mais suave e são ótimos pra MPB ou música clássica, enquanto os de aço têm aquele som mais brilhante que combina com rock, pop e folk. Além disso, o braço do violão precisa ser adequado ao tipo de corda. Já vi violões que prometiam ser híbridos, mas não eram tão bons em nenhuma das opções. Então, testar com as cordas que você gosta faz toda a diferença.
Sempre que pego um violão novo, uma das primeiras coisas que faço é testar a afinação em todas as casas do braço.
Um bom violão mantém a entonação precisa em todas as notas. Já peguei alguns modelos que pareciam ótimos à primeira vista, mas, quando testei um acorde mais complicado, percebi que algumas notas ficavam ligeiramente desafinadas.
Isso pode ser causado por problemas na construção ou na regulagem do instrumento. Outra dica é usar um afinador digital para checar cada corda e garantir que o violão não tenha problemas na ponte ou no braço, porque consertar isso pode sair caro.
Algo que nunca deixo passar despercebido é a qualidade da construção do violão. Sempre dou uma olhada dentro da boca do instrumento para ver se a madeira está bem cortada e se não tem cola aparente ou falhas no acabamento.
Um violão bem feito é simétrico, sem folgas nas junções entre o braço, o tampo e o fundo. Também dou uma atenção especial à ponte, porque já tive um violão que a ponte começou a descolar com o tempo.
E claro, o braço precisa estar alinhado, sem curvas ou torções, porque isso afeta diretamente a tocabilidade e a durabilidade do instrumento.
Antes de comprar um violão, sempre penso no uso que vou dar a ele. Uma vez comprei um violão elétrico achando que seria ideal para tocar em shows, mas a captação era de baixa qualidade e o som no amplificador não me agradava.
Desde então, analiso o que preciso: se é pra estudo, apresentações ou gravações. Violões para shows, por exemplo, precisam ter uma captação confiável, com equalizador embutido.
Já para tocar em casa ou gravar, um acústico com boa projeção sonora pode ser mais interessante.
Penso nisso como escolher uma ferramenta de trabalho: cada modelo tem seu propósito, e entender isso evita decepções, também recomendo o violão marca Vogga, são ótimos!





