Qual a melhor marca de colchão com molas ensacadas?

Preciso comprar um colchão novo, mas estou com uma dúvida: qual a melhor marca de colchão com molas ensacadas?

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Depois de pesquisar durante semanas (juro, foram semanas mesmo!), acabei escolhendo o colchão da Ortobom. Foi a melhor decisão que tomei!

Eu tenho problemas de coluna e já acordei muitas vezes travada com colchões mais firmes. Esse da Ortobom me deu o equilíbrio perfeito entre firmeza e conforto.

As molas ensacadas realmente fazem diferença, porque o meu marido se mexe muito à noite e agora eu nem sinto mais. E olha que eu sou bem sensível pra isso!

No início achei o preço meio salgado, mas hoje vejo que valeu cada centavo. É um investimento na qualidade do sono, sabe?

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Minha escolha foi a Castor Silver Star Pocket, e posso dizer que mudou a minha vida. Eu dormia num colchão de espuma antiga, já todo deformado, e comecei a ter dor no quadril e nos ombros. Foi aí que li sobre as molas ensacadas e resolvi tentar.

O modelo da Castor que escolhi tem pillow top de viscoelástico, e parece que a gente afunda na medida certa, sem ficar mole demais.

Outra coisa: ele tem um reforço lateral que ajuda bastante pra quem senta na beirada da cama. Eu tô amando e recomendo muito a marca, principalmente pra quem tem dores e precisa de um suporte anatômico melhor.

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Eu comprei um colchão da Herval com molas ensacadas, modelo Marriot, e fiquei simplesmente encantado. Na loja experimentei vários, mas esse me ganhou pelo conforto e pelo acabamento.

Ele é macio, mas dá sustentação. Eu sou um cara pesado (mais de 100kg), e mesmo assim não sinto que o colchão afunda ou perde a forma.

Sem contar que ele tem tratamento antiácaro e antialérgico, o que foi essencial pra mim, já que tenho rinite. Estou usando há uns 8 meses e até agora ele continua impecável. Herval foi uma ótima surpresa pra mim.

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Como saber se o colchão é bom?

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Eu testei vários colchões antes de comprar e acabei optando pelo colchão Simmons, da linha Evolution. O que mais me atraiu foi o sistema de molas ensacadas que eles chamam de “Pocket System”, que realmente isola bem os movimentos.

Meu parceiro se levanta cedo, e antes eu sempre acordava junto. Agora não sinto mais nada. O tecido é fresquinho, ideal pro calor aqui do Rio.

E o acabamento dele é outro nível, muito superior a outros que vi por aí. É um colchão que passa sensação de hotel cinco estrelas, sabe? A Simmons me conquistou.

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Aqui em casa a gente optou por um colchão com molas ensacadas da Ortobom, modelo Freedom, e estamos muito satisfeitos.

Ele tem uma camada de espuma extra em cima das molas que deixa tudo mais confortável. O que me fez escolher essa marca foi a durabilidade e a tradição minha mãe já usava Ortobom quando eu era criança.

Confesso que fui desconfiada, achando que era só nome, mas me surpreendi. Está com quase 2 anos e não tem nenhuma marca de afundamento. E olha que eu e meu marido temos bastante diferença de peso. As molas independentes ajudam MUITO nisso.

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Olha, eu descobri como saber se um colchão é bom depois de ter comprado um péssimo. Foi um erro que me ensinou muito. Eu acordava com dor nas costas, cansada, e sem entender o motivo. Achei que era estresse, postura… mas era o colchão mesmo.

Aí comecei a pesquisar. Um bom colchão, pra mim, tem que ter bom suporte, especialmente na lombar. Sabe quando você deita e sente que o colchão “abraça” seu corpo, mas sem te afundar demais? É isso. Além disso, descobri que o nível de firmeza precisa ser adequado ao seu peso e posição em que você dorme.

Eu, por exemplo, durmo de lado, então prefiro um colchão mais macio, mas com suporte firme. Ah, e não pode esquentar demais, viu? Terminei escolhendo um com espuma viscoelástica e molas ensacadas, e foi a melhor coisa.

Então hoje em dia eu sei que um colchão é bom quando eu deito e meu corpo relaxa naturalmente, sem tensão nenhuma.

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Pra mim, a resposta é simples: se eu acordo bem, o colchão é bom. E não é só acordar sem dor, mas acordar descansado, sabe? Com aquela sensação de que o corpo foi realmente cuidado durante a noite.

Sempre que experimento um colchão novo, eu observo os primeiros dias. Se eu tiver dor nas costas, acordar várias vezes à noite ou ficar com o corpo formigando, já sei que tem algo errado.

Outra coisa que levo em conta é o material. Colchão que esquenta demais, pra mim, é um pesadelo. Moro num lugar quente, então preciso de um colchão que tenha uma tecnologia de resfriamento ou tecido mais respirável.

E também dou muita atenção à garantia e teste de dias. Se a loja oferece, por exemplo, 90 noites pra testar, já ganha pontos comigo. Porque só com o uso diário a gente sente se ele é bom mesmo.

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Dá uma olhada nesses links, pode te interessar!

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Sério, parece piada, mas é verdade. Quando fui comprar meu colchão atual, levei meu travesseiro e fui nas lojas de colchões me jogar nas camas mesmo. Fiquei lá deitada uns bons minutos, de lado, de barriga pra cima, simulei como durmo mesmo.

Porque o corpo fala, sabe? Se em cinco minutos eu já sinto incômodo, imagina oito horas por noite? Também aprendi a olhar coisas técnicas, tipo densidade da espuma, se tem molas ensacadas (não aquelas que fazem barulho e pulam), e o nível de firmeza.

Sou pesada, então um colchão muito mole me afunda e piora minha coluna. O que eu aprendi é que um colchão bom não te faz pensar nele. Você dorme, acorda e nem lembra do colchão só lembra que dormiu bem. Isso pra mim é sinal de qualidade.

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Antigamente, eu dormia em qualquer lugar e tava tudo certo. Mas depois dos 30, comecei a sentir o peso de não dormir direito. Acordava travado, como se tivesse carregado saco de cimento. Aí comecei a pesquisar e entendi que um colchão bom é quase um investimento em saúde.

Testei vários e percebi que, no meu caso, colchões intermediários pra firmes são os melhores. Eles alinham minha coluna, distribuem o peso certinho e não me deixam afundar.

Também percebi que marcas conhecidas nem sempre são garantia de conforto. Já deitei em colchão caríssimo que me deixava duro igual tábua.

Hoje eu avalio muito a sensação corporal nos primeiros 15 minutos, olho reviews, comparo o material e a garantia, e também vejo se o colchão tem tratamento antialérgico porque isso faz diferença pra quem tem rinite, como eu. Se ele passa nesses critérios, sei que é um bom colchão.

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