Eu adoro a estética da marca, mas queria saber se o antioxidante deles, por exemplo, realmente faz diferença no dia a dia.
Olha, eu também fiquei super desconfiada no início, achei que era só mais uma marca com embalagem bonita e muito marketing digital.
Mas resolvi testar por conta das indicações e dos preços mais acessíveis. Comprei o Antioxidante Hidratante e o Limpador Facial, e juro: minha pele melhorou muito.
Antes era opaca, vivia com cravinhos e ressecada em algumas partes. Depois de umas três semanas usando direitinho, senti a textura mais uniforme e um viço que eu nunca tinha conseguido com nenhum outro produto nacional.
Claro que cada pele reage de um jeito, mas no meu caso, não foi só marketing, foi resultado mesmo.
Então, comigo a Sallve não funcionou tanto assim não. Comprei na maior empolgação o Sérum Antiacne e o Hidratante Antioxidante porque via todo mundo falando maravilhas.
A textura é ótima, os produtos têm um sensorial gostoso, e o cheiro é bem suave (o que eu gosto). Mas assim… esperei dois meses e não senti nenhuma diferença real na pele.
Talvez por minha pele ser bem oleosa e reativa, ou talvez por já estar usando outros dermocosméticos mais fortes, não sei. Achei que faltou aquele “algo a mais”, sabe? Então, pra mim foi mais marketing do que eficácia mesmo.
Sabe quando a gente não espera muito, mas acaba se surpreendendo? Foi assim comigo e os produtos da Sallve.
Comecei com o Hidratante Reparador porque minha pele estava bem sensível por causa do uso de ácidos.
Ele acalmou muito minha pele! Depois testei o Esfoliante Enzimático e amei o resultado esfolia sem agredir, diferente de muitos outros que já usei.
Eu acho que o segredo da marca é ser honesta: não promete milagres, mas entrega um cuidado diário real, com fórmulas simples e que funcionam. Pro meu bolso e minha rotina, tem funcionado sim.
Fui com sede ao pote com a Sallve, não vou negar. As campanhas são lindas, os textos no Instagram super envolventes, aquele papo de “pele real”, “ingredientes pensados”, enfim… caí direitinho.
Comprei uns quatro produtos de uma vez: o Antioxidante, o Firmador, o Hidratante Labial e o Limpador. Usei tudo certinho por mais de dois meses e… sinceramente?
Não vi NADA de diferente. Nem de pior, mas também não vi melhora nenhuma. E no fim, voltei pro meu bom e velho Bepantol + sabonete Dermotivin.
Acho que a marca vende muito bem a ideia, mas no meu caso, foi só isso: ideia.
Gente como eu sei o meu tipo de pele pra comprar skincare?
Gente, eu era super apegada a marcas mais caras, tipo La Roche, Vichy, essas bem clássicas. Mas em um mês apertado de grana, decidi testar a Sallve por recomendação de uma amiga.
E fiquei passada como o Esfoliante Enzimático e o Antioxidante Hidratante seguraram bem a rotina.
Eles são leves, mas eficientes, e minha pele que é mista e acneica respondeu super bem. Acho que vale o destaque: não são produtos de tratamento profundo como um ácido retinóico ou um clareador forte, mas são incríveis pro cuidado diário. E o custo-benefício é excelente.
Eu tive uma experiência meio no meio-termo com a Sallve. O Limpador Facial é ótimo, realmente limpa sem repuxar.
Já o Sérum Uniformizador demorou pra mostrar resultado, mas depois de uns 40 dias, comecei a ver a pele mais lisa e uniforme, principalmente nas manchinhas pós-espinha.
Muita gente desiste antes porque quer resultado imediato, mas com a Sallve, acho que é preciso paciência e constância.
Se você souber escolher o que sua pele realmente precisa e tiver disciplina no uso, vai ver diferença sim.
Pra descobrir meu tipo de pele, eu fiz um teste bem simples em casa que vi na internet. Lavei o rosto com um sabonete neutro, sequei e não passei nada depois.
Esperei uns 30 min e comecei a observar: minha testa e meu nariz ficaram com brilho, mas as bochechas continuaram secas. Aí percebi que minha pele é mista.
Depois disso, comecei a escolher produtos específicos pra essa característica, e fez toda a diferença!
Antes eu usava qualquer hidratante e ficava com a testa super oleosa. Hoje, com os produtos certos, minha pele tá bem mais equilibrada.
Eu demorei muito pra entender que minha pele era sensível. Sempre achei que era oleosa, porque tinha brilho e espinhas de vez em quando.
Mas fui numa dermatologista porque tava com vermelhidão e coceira frequente, e ela me explicou que minha pele era mista e sensível.
Foi aí que tudo fez sentido! Ela me ensinou a observar como a pele reage a produtos e ao clima. Hoje sei que, se eu uso algo com muito perfume ou álcool, minha pele reclama na hora.
Então, mais do que só saber se é seca ou oleosa, aprendi a escutar os sinais que ela me dá.
Descobrir meu tipo de pele foi quase um experimento científico. Eu ficava testando vários produtos e anotando como minha pele reagia.
Percebi que, no inverno, ela ficava repuxando, mas no verão eu brilhava igual farol. Depois de muita tentativa e erro, entendi que minha pele é normal, mas muda conforme o clima.
A dica que dou é: observe sua pele em diferentes estações. Às vezes a gente acha que é oleosa só porque mora num lugar quente, mas na verdade ela é normal ou até seca em outra situação.
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Minha maior pista foi quando comecei a usar maquiagem. A base acumulava demais no nariz e na testa, enquanto nas bochechas craquelava.
Fui pesquisar sobre isso e descobri que isso é super comum em pele mista. Também comecei a reparar que, mesmo lavando o rosto, ele começava a brilhar em menos de 1 hora.
Foi aí que percebi que minha zona T era oleosa, mas o resto do rosto era normal a seco. Com isso, passei a usar dois hidratantes diferentes: um mais leve pra testa e nariz, e outro mais potente pras laterais. Funciona muito bem!
Confesso que só descobri meu tipo de pele mesmo depois de fazer uma limpeza de pele com uma esteticista.
Ela me explicou direitinho: minha pele era seca, porque tinha pouca produção de oleosidade natural, o que causava aquela sensação de repuxamento e os poros bem fechadinhos.
Eu achava que tava ressecada por falta de hidratação, mas não era só isso. Desde então, comecei a investir em produtos mais cremosos e com ingredientes que retêm água na pele.
Hoje em dia, até a maquiagem assenta melhor. Então, às vezes vale a pena procurar um profissional.






