Perfume Dior Sauvage é bom?

Estou pensando em presentear um familiar com um perfume, mas quero saber se o perfume Dior Sauvage é bom.

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Olha, pra mim o Dior Sauvage é simplesmente incrível. Uso há mais de quatro anos e sempre que coloco ele, alguém comenta. É aquele tipo de fragrância que você passa de manhã e à noite ainda está ali, marcando presença.

Ele tem um cheiro forte, meio amadeirado com um toque fresco, sabe? Passa uma sensação de elegância misturada com masculinidade. É difícil explicar, mas é um perfume que chama atenção de forma positiva. Muita gente diz que é “modinha”, mas sinceramente?

Quando um perfume é bom, ele faz sucesso mesmo. Já tentei variar e testar outros perfumes na mesma faixa de preço, mas acabo sempre voltando pro Sauvage.

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Já usei o Dior Sauvage por um tempo, e confesso que gosto do cheiro sim. É marcante, tem presença e dura bastante na pele. Mas… acho que virou mainstream demais. Hoje em dia, parece que todo homem usa esse perfume.

Já entrei em elevador, em loja, em festa, e senti o mesmo cheiro várias vezes. Então, apesar de ele ser de boa qualidade, pra mim perdeu um pouco do encanto por ser tão popular.

Eu gosto de perfumes que me façam sentir único, sabe? Então, parei de usar. Mas quem não liga pra isso e só quer uma fragrância potente e agradável, pode ir sem medo.

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Nunca fui muito ligado em perfume caro, confesso. Sempre comprava perfumes nacionais mesmo. Até que minha namorada me deu o Dior Sauvage no meu aniversário. No começo achei até exagerado, porque sei que não é barato.

Mas cara… que perfume maravilhoso! A fixação é absurda, eu passo de manhã e à noite ainda tá comigo. O cheiro é elegante, mas não enjoativo. Ele tem uma vibe meio de liberdade, sei lá… me sinto mais confiante usando ele.

Depois que comecei a usar, já vieram vários elogios. Um colega até perguntou o nome e comprou igual. Hoje eu entendo o hype.

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Como escolher um bom perfume?

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Então, vou ser do contra aqui. Comprei o Dior Sauvage depois de ver tanta gente falando bem. A expectativa tava lá em cima. Só que na real?

Não curti. Achei o cheiro muito agressivo, muito forte logo de cara. Me incomodava, parecia que eu tinha tomado banho no perfume. Pode ser que eu tenha exagerado nas borrifadas, mas mesmo tentando moderar, não consegui me adaptar.

E outra: ele tem uma pegada mais madura, acho que pra quem tem um estilo mais sério ou formal. Eu sou mais descontraído, então acho que combinou pouco com minha personalidade. Dei o frasco pro meu pai e ele adorou. Vai de gosto mesmo.

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Olha, por muito tempo eu escolhi perfume só pelo cheiro na hora. Eu ia na loja, sentia um ou dois, achava um cheiro gostoso e levava. Só que com o tempo percebi que isso não dava certo. Alguns perfumes que eu amava no frasco me davam dor de cabeça depois.

Outros até combinavam com o clima frio, mas no calor ficavam enjoativos. Foi aí que entendi que perfume é quase como roupa: precisa combinar com quem eu sou, com o meu dia, com a minha vibe.

Hoje, quando vou escolher um perfume, eu penso em três coisas: meu estilo (mais discreto ou mais ousado?), o clima (quente ou frio?) e o meu humor. Se quero me sentir elegante, vou em algo mais amadeirado, envolvente.

Se estou de bem com a vida, adoro cítricos e florais leves. E uma coisa que aprendi a fazer é testar o perfume na minha pele e esperar umas horas. Porque o cheiro muda, né? O que a gente sente no começo não é o que fica. Esse processo de observar fez toda a diferença!

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Sabe quando você coloca uma música pra entrar no clima de alguma coisa? É exatamente assim que eu penso no perfume. Pra mim, o cheiro tem que criar uma atmosfera, uma memória sensorial. Então eu não tenho um só perfume, tenho alguns que combinam com situações bem específicas.

Por exemplo: tenho um perfume mais fresco e leve que uso no dia a dia, principalmente quando tá calor. Já tenho um mais doce e marcante que é a minha assinatura nas festas. É quase como se eu “ativasse um personagem”.

Quando vou comprar, eu não me deixo levar só pela moda ou pelas notas famosas eu fecho os olhos e penso: “isso aqui me leva pra onde?”. Se me faz sentir bem, se traz aquela sensação boa, é porque faz sentido pra mim.

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Eu já cometi muito erro de comprar perfume no impulso. Aquela coisa de sentir no papelzinho, se apaixonar e levar. Só que depois de usar umas duas vezes, enjoava.

O que aprendi com isso foi: perfume precisa de tempo. Eu gosto de testar o cheiro na minha pele e deixar passar umas 3 ou 4 horas. Porque só aí eu descubro como ele realmente se comporta.

E outra coisa que mudou muito minha experiência foi aprender a identificar as notas. Tem nota de saída, nota de coração, nota de fundo… às vezes o que eu amava era só a saída, e o fundo me dava enjoo. Então hoje eu pesquiso bastante.

Vejo resenhas, olho a pirâmide olfativa e presto atenção no que mais combina com meu gosto. É quase um estudo, sabe? Mas no final, é uma delícia esse processo de descobrir algo que é tão pessoal.

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Eu sou daquelas pessoas que acredita que o perfume é uma extensão da nossa personalidade. Por isso, eu não escolho aleatoriamente.

Quando quero parecer mais segura, escolho um perfume mais intenso, com presença. Quando quero mostrar leveza e simplicidade, vou em algo mais fresco. Parece besteira, mas o cheiro muda até a forma como a gente anda e se comporta, pelo menos pra mim.

Eu também considero muito onde vou estar usando esse perfume. Se é um ambiente fechado, evito os muito doces ou invasivos. Gosto de respeitar o espaço do outro. E acho essencial testar na pele, porque cada perfume reage diferente de pessoa pra pessoa.

Já vi perfume que ficou maravilhoso na minha amiga e horroroso em mim. Então sempre experimento, espero umas horas e vejo como me sinto com ele. Aí sim decido.

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