Será que o investimento mais alto nos protetores da La Roche-Posay vale mesmo a pena em comparação com marcas como Neutrogena ou Nivea?
Olha, eu já experimentei de tudo: Nivea, Neutrogena, Sundown, Vichy… E por mais que algumas sejam boas, nenhuma segurou a oleosidade da minha pele como a La Roche-Posay.
Uso o Anthelios Airlicium há uns 2 anos e ele deixa minha pele sequinha, mesmo nos dias mais abafados. É um pouco mais caro?
É. Mas dura bastante e, pra mim, vale cada centavo. A textura, o toque seco e o fato de não arder nos olhos fazem MUITA diferença. Então, sim, pra minha realidade, é superior.
Eu comprei o Anthelios UV Mune da La Roche super empolgada, porque todo mundo falava que era o melhor protetor solar da vida.
E, sinceramente? Esperava mais. Ele é bom, claro, mas achei que deixou minha pele um pouco brilhosa no fim do dia e transferiu na máscara.
Comparado com o protetor da Bioré, por exemplo, não achei tão incrível assim. Acho que a gente paga muito pelo nome, sabe? Funciona, mas não sei se é “superior” como dizem.
Desde que comecei a tratar da minha rosácea, a dermatologista me recomendou usar protetores solares mais suaves e com boa proteção contra a luz visível.
Foi aí que conheci o Anthelios Pigment Correct. Gente, é outro nível! Além de proteger, ele tem uma corzinha leve que uniformiza o tom do rosto.
E não piora minhas crises de vermelhidão. Já tentei usar outras marcas, mas sempre volto pra La Roche. A pele agradece!
Pra mim, o protetor da La Roche-Posay virou item sagrado da rotina de skincare. Eu até uso protetores mais baratos no corpo (Banana Boat ou Sundown), mas no rosto não tem discussão: é La Roche.
Principalmente porque tenho melasma, e o Anthelios com cor me ajuda a proteger da luz azul do computador.
Já percebi que, quando troco por outra marca, minha pele reage mal ou as manchas voltam a escurecer. Então pra esse tipo de cuidado, realmente acho que La Roche é superior.
Gente como escolher um protetor solar pro rosto?
Eu AMO o Anthelios, principalmente o UV Mune 400. A textura é perfeita, não deixa minha pele branca nem oleosa, e a proteção é top.
Só que… nem sempre dá pra encaixar no orçamento. Então, o que eu faço é alternar com marcas mais acessíveis, tipo o Episol Sec ou até o Neutrogena Sun Fresh.
Eles também funcionam bem no dia a dia. Na minha visão, La Roche-Posay é sim uma das melhores, mas não é a única boa no mercado.
Sou muito cética com essas marcas mais caras, achava que tudo era puro marketing. Mas resolvi dar uma chance ao Anthelios Airlicium, depois de sofrer com espinhas causadas por outros protetores.
E, surpresa: minha pele melhorou! Ele controla a oleosidade, não entope os poros, e ainda deixa um efeito meio blur. Foi o único que não causou acne.
Então pra quem tem pele oleosa e acneica, recomendo demais. Agora entendo o porquê do hype.
Eu já tive muita dificuldade pra encontrar um protetor solar que realmente funcionasse pra mim. Minha pele é mista, e a maioria deixava meu rosto oleoso, brilhando demais logo depois de aplicar.
O que me ajudou foi começar a procurar protetores com toque seco e que fossem oil-free. Além disso, comecei a dar preferência pros que têm cor, porque aí já funcionam como uma base leve no dia a dia.
Hoje eu só compro protetor facial que tem no mínimo FPS 50, textura leve e que não arde os olhos porque isso me incomoda muito. E sim, leio as resenhas na internet antes de comprar, ajuda demais.
Eu comecei a me preocupar mais com protetor solar facial depois dos 30. Antes, eu comprava qualquer um, só porque tinha FPS alto. Mas aí comecei a perceber manchas aparecendo e resolvi investir em produtos melhores.
Hoje em dia, eu olho três coisas: se tem proteção UVA e UVB, se tem ingredientes antioxidantes (tipo vitamina C ou E) e se é dermatologicamente testado.
Também gosto dos que são indicados pra peles sensíveis, porque minha pele costuma reagir a qualquer coisa. Uma dermatologista me indicou um da La Roche, e foi um divisor de águas pra mim!
O que me fez escolher melhor o protetor solar foi parar de comprar por impulso. Eu ia na farmácia, via que estava em promoção e levava.
Resultado: acúmulo de produto encostado em casa. Hoje eu analiso direitinho. Minha pele é oleosa, então dou prioridade pra textura gel-creme ou aquagel.
Também gosto de protetores com acabamento matte. Já me decepcionei com protetores que esfarelavam quando eu passava maquiagem por cima, então agora faço questão de testar com base antes de decidir se continuo usando. Pra mim, o bom protetor é aquele que eu nem sinto que tô usando.
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Sempre tive acne, então escolher protetor solar pro rosto foi um drama na adolescência. Só que aí aprendi que existem protetores específicos pra pele acneica.
Agora eu sempre procuro os que são não comedogênicos (que não entopem os poros), sem fragrância e com ativos que ajudem a controlar a oleosidade.
Um dermatologista uma vez me explicou que o protetor solar, se for errado, pode até piorar as espinhas.
Então eu uso um com FPS 60 que tem niacinamida e controle de brilho. Não troco por nada. Parece caro no começo, mas o custo-benefício compensa demais.
No meu caso, o fator principal na escolha é o acabamento na pele. Não adianta o protetor ser bom na fórmula se deixa a pele esbranquiçada ou grudenta.
E olha que já testei vários! Como tenho a pele negra, gosto dos protetores que prometem ‘efeito invisível’.
Também acho importante que ele se adapte à minha rotina se eu vou sair, quero um que tenha cor e funcione como base.
Se é só pra ficar em casa, uso um mais leve, com hidratante junto. E sempre fico de olho na validade e na indicação da embalagem. Aprendi que não dá pra escolher protetor solar só porque é o mais famoso.





