Chocolates Ritter Sport é bom?

A Ritter Sport possui uma grande variedade de sabores, muitos deles só encontrados no exterior. Será que vale a pena investir nesses produtos?

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Eu sou completamente apaixonada por chocolates, e o Ritter Sport é um dos que mais me agrada!

O que eu mais gosto neles é a variedade. Eles têm desde os sabores mais clássicos como leite e amêndoas até os mais ousados, tipo iogurte com frutas ou marzipã.

A textura é sempre cremosa e o chocolate derrete na boca de um jeito que poucos conseguem. Além disso, a embalagem é super prática, aquele quadrado com abertura fácil facilita muito quando quero levar na bolsa ou dividir com alguém.

Só acho que o preço aqui no Brasil é um pouco salgado comparado com outros chocolates importados, mas de vez em quando me dou esse mimo. Recomendo sim, principalmente pra quem gosta de experimentar sabores diferentes!

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Então, eu experimentei o Ritter Sport meio sem querer, comprei um numa promoção no mercado e fiquei surpreso com a qualidade.

O chocolate é bem mais denso do que os que a gente costuma comprar no dia a dia aqui. Eu peguei o de avelã inteira e, sinceramente, foi uma explosão de sabor.

É um chocolate que se nota que tem uma produção mais cuidadosa, parece mesmo europeu. Só que nem todos os sabores me agradaram provei o de iogurte e achei meio enjoativo.

Mas no geral, acho que é um chocolate bom sim, vale a pena provar e descobrir qual sabor combina mais com seu gosto, é uma das melhores de marcas de chocolate!

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Gente, eu sou do time que acha o Ritter Sport um pouco superestimado, viu? Já comi alguns sabores, inclusive os famosos com avelãs e o de leite com biscoito, e embora ache gostoso, não achei tudo isso que muitos falam.

O chocolate é de boa qualidade, não tem aquele gosto artificial que alguns chocolates nacionais mais baratos têm, mas também não me deixou maravilhada.

Talvez seja porque o meu paladar não é tão fã de chocolate ao leite prefiro os mais amargos e com menos açúcar.

Se você curte chocolates doces, cremosos e bem recheados, talvez goste mais do que eu. Mas pra mim é um chocolate ok, não é ruim, mas também não é o melhor do mundo.

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Eu conheci o Ritter Sport numa viagem à Alemanha e virei fã desde então! Eles têm sabores sazonais e edições limitadas que são incríveis.

Uma vez comprei um com recheio de mousse de morango que parecia sobremesa fina, sério mesmo. Aqui no Brasil a gente encontra alguns sabores mais básicos, mas ainda assim dá pra sentir a qualidade do chocolate.

Eu gosto especialmente porque eles não economizam no recheio. Você pega um quadradinho e já sente o sabor do recheio em equilíbrio com o chocolate, sem ficar só com gosto de açúcar.

Não é o mais barato, mas pra quem gosta de um chocolate diferenciado, vale muito a pena.

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Queria saber se muito chocolate faz mal?

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A minha relação com o Ritter Sport é meio nostálgica. Meu pai viajava muito a trabalho e sempre trazia uma caixinha com vários sabores pra casa.

Então, pra mim, é mais do que chocolate, tem memória afetiva mesmo. Mas falando do sabor, eu gosto muito da consistência não é aquele chocolate que desmancha rápido demais, sabe?

Tem uma mordida firme, e isso eu adoro. Os recheios são bem generosos, especialmente o de biscoito e o de amêndoas caramelizadas.

Hoje em dia eu compro menos, até porque não é barato, mas sempre que vejo no mercado me dá aquela vontade de reviver um pedacinho da infância.

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Já comi vários chocolates Ritter Sport e posso dizer que são bons sim, mas com ressalvas. Eles são gostosos, tem uma pegada gourmet que dá pra perceber, mas nem todos os sabores funcionam bem.

O de marzipã, por exemplo, achei super estranho, meio amargo e com um gosto residual que não me agradou. Por outro lado, o de leite com crocante de cereal virou um dos meus favoritos!

Ele é equilibrado, doce na medida certa e tem uma crocância deliciosa. Então eu diria que é um chocolate bom, mas que depende muito do sabor escolhido. É o tipo de coisa que vale ir testando aos poucos.

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Olha, eu sempre tive uma relação meio intensa com chocolate . Já fui do tipo que comia uma barra inteira numa sentada, principalmente nos dias de TPM.

Mas com o tempo eu fui pesquisando mais sobre o assunto e entendi que nem todo chocolate é igual.

Por exemplo, os chocolates ao leite que são os mais populares geralmente vêm cheios de açúcar, gordura saturada e leite em pó. Isso sim, em excesso, pode fazer mal. Já o chocolate amargo, acima de 70% cacau, pode até trazer benefícios pra saúde!

Ajuda no humor, tem antioxidantes, melhora a circulação… Então, pra mim, a chave foi moderação. Hoje eu como um quadradinho de chocolate amargo por dia e não me sinto culpada. O problema é o exagero, como tudo na vida.

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Eu vou te contar uma coisa que nem todo mundo acredita: eu tive que cortar o chocolate da minha vida por causa de enxaqueca.

Toda vez que eu comia, principalmente os mais doces, era batata: dor de cabeça no dia seguinte. Fiquei anos sem perceber essa ligação, até que uma nutricionista sugeriu observar se havia algum padrão entre os alimentos e as crises.

E não deu outra. Depois que parei com o chocolate, minha vida melhorou muito. Então, sim, pra mim chocolate faz mal e não é porque é “vilão”, mas porque meu organismo não reage bem.

Acho que cada corpo é um universo, sabe? Tem gente que se dá super bem, mas no meu caso, foi necessário abrir mão, infelizmente.

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Sabe, eu já vi muita gente demonizando o chocolate, falando como se fosse veneno. Mas, sinceramente? Eu acho que o problema não é o chocolate em si, mas como a gente consome ele.

Eu, por exemplo, já tive fases bem compulsivas com doce. Chocolate era tipo um conforto, uma fuga emocional. E quando a gente usa comida como muleta emocional, aí sim vira um problema não só físico, mas psicológico.

Hoje eu faço terapia, trabalho minha ansiedade de outras formas e consigo comer um bombom sem culpa, sem exagero.

Então, respondendo: chocolate faz mal pra saúde? Se você comer cinco por dia porque tá ansioso, sim. Mas se for um pedaço com prazer e consciência, não vejo como vilão.

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Eu faço acompanhamento com uma nutricionista desde o ano passado e, pra minha surpresa, ela não cortou o chocolate da minha dieta.

Muito pelo contrário: ela me ensinou a encaixar ele de forma inteligente. Escolhi chocolates com maior teor de cacau, evito os recheados e ultraprocessados, e como em pequenas quantidades normalmente depois do almoço, como sobremesa.

A ideia é justamente não criar aquela sensação de “proibido”, porque isso só aumenta a vontade, né?

Eu emagreci, melhorei meus exames e continuo comendo chocolate! Então, com base na minha experiência, chocolate não faz mal quando você sabe equilibrar. É tudo uma questão de quantidade e qualidade.

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Eu sou completamente apaixonado por chocolate, sério mesmo. Quando era mais novo, meu lanche favorito era pão com chocolate derretido.

Mas aí comecei a perceber que tava me sentindo muito cansado, com problemas de digestão e até sono ruim. Fiz um check-up e descobri que eu tava consumindo muito açúcar e gordura. Decidi, então, repensar alguns hábitos.

Troquei o chocolate comum pelos mais amargos e naturais, e reduzi muito a quantidade. O impacto foi incrível.

Hoje eu continuo comendo chocolate quase todos os dias, mas é aquele quadradinho de 85% cacau. É gostoso e ainda dá aquela sensação boa sem pesar na consciência ou no estômago. Então, pra mim, chocolate só faz mal quando a gente exagera ou escolhe mal.

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